quinta-feira, 17 de abril de 2008

Apenas... nada


Pára o tempo e desaba a noite sobre o meu peito, atravessa-me a saudade desse teu jeito, molho a folha em que te escrevo, choro em silêncio esta dor que me mata, leva-me à morte este desejo, confunde o sentimento que me maltrata, fico perdida no meio do nada, olho à volta e não te vejo, queria que o último adeus fosse o teu beijo. Sei que gostas mas não me atrevo. Porém,... caminho atrás desta loucura desvairada que cegamente me guia ao encontro de nada!

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